quarta-feira, junho 01, 2011

Marilyn mostra para que veio ao mundo na programação especial do TCM

O primeiro dia do mês de Junho nos perturba todo ano com uma indagação que jamais será perdida: "Afinal de contas, tem como explicar a morte do maior símbolo sexual da história de Hollywood?". Na verdade, o que está nas nossas possibilidades, como apaixonados pelo cinema clássico, é prestar uma homenagem a essa diva e sua exímia beleza. Essas dúvidas, especialmente para entender a angústia que ela viveu no fim dos dias, não serão resolvidas. Fotos com esta ao lado, nos bastidores do último e incompleto filme da atriz, tocam-me profundamente. Os mitos que assombram esta estrela são muitos, assim como os fascinados pelo seu brilho eterno. Seu talento para nos fazer rir está marcado na calçada da fama.

Para homenagear a atriz, o TCM exibirá os seguintes filmes:

"O Príncipe Encantado" (1957)

Uma produção light que nos evoca o entretenimento da década de 50, cheio de cores e super apropriado para uma sessão da tarde clássica. A presença de Marilyn nos encanta, mesmo neste roteiro que deixa um pouco a desejar.


"O Rio das Almas Perdidas" (1954)

Produzido com uma ambientação encantadora, o universo aventureiro deste filme resulta numa clichê e adorável história romanesca. 
Dá uma conferida no aplique da indivídua!


"Como Agarrar um Milionário" (1953)

Este, indubitavelmente, é o mais icônico da seleção. Marilyn e as companhias louváveis de Lauren Bacall e Betty Grable participam de um roteiro muitíssimo bem composto, que massageiam o ego do cinema cinquentista e nos oferece uma obra cômica e efetivamente inesquecível.

"Os Desajustados" 1961





terça-feira, maio 31, 2011

A revolução será registrada: identificando os papéis midiáticos na aplicação de estratégias políticas e as consequências disso no governo de Chávez

The revolution will not be televised. Direção: Kim Bartley, Donnacha Ó Briain. Produção: David Power. Irlanda: Power Pictures, 2003. 74 min. Colorido. Distribuição: Vitagraph Films.

  
Eleito democraticamente, o presidente venezuelano Hugo Chávez foi removido de seu posto por meio de um golpe de estado em abril de 2002. As cenas cruciais do evento, incluindo as imagens produzidas dentro do Palácio de Miraflores, onde Chávez estava detido, estão organizadas no documentário intitulado “A revolução não será televisionada” (Kim Bartley e Donnacha Ó Briain, 2003). Conforme o documentário e os fatos, articulados por meio de narração e linearidade cronológica, os cineastas irlandeses – Bartley e Ó Briain – chegam a Venezuela sete meses antes do golpe com o objetivo de desvendar mitos, rumores e compor uma biografia sobre Hugo Chávez, o herói do povo venezuelano. Para a surpresa dos dois irlandeses, estar no lugar certo, na hora certa, os contemplaria com imagens exclusivas para este documentário, que posteriormente seria premiado em importantes festivais europeus e norte-americanos.